Denúncias sobre a atitude dos bancos feitas pela jornalista Salete Lemos num jornal da TV Cultura que ocasionaram em sua incacreditável demissão por justa causa
Arquivado em: Brasil, Geral, Política | Etiquetado: bradesco, cultura, Divida, impostos, Jornal, Salete Lemos, TV
Como sempre, “há controvérsias”.
O texto abaixo foi extraído de um dos vários blogs e sites no qual foi postado anônimamente. No meu caso o “copy-paste” foi a partir do blog Francy (francy.multply.com/video/item/41), onde, por sua vez, um leitor “copy-paste” do blog Pó-de-Vídeo (podevideo.blogspot.com/2007/09/comentrio-de-salete-lemos.html).
“Anônimo disse:
A VERDADE DOS FATOS:
Não sei quanto a vocês, mas nessa última semana minha caixa de emails recebeu diversas mensagens idênticas chamando para um vídeo no YouTube que mostra a ex-comentarista econômica da TV Cultura Salete Lemos fazendo uma denúncia “quente como sorvete” sobre lucros ilegais obtidos pela Febraban na ocasião do Plano Bresser, vinte anos atrás.
Dizem ainda esses emails que essa denúncia teria irritado profundamente a Febraban, que por sua vez teria pressionado Paulo Markun, atual diretor de Jornalismo da TV Cultura, a demitir a jornalista em questão.
Pois bem: essa palhaça da Salete Lemos foi mandada embora da TV Cultura sim, mas não por causa desse “furo jornalístico” que ela deu com 20 anos de atraso. Ela, na verdade, estava para ser mandada embora a qualquer momento, junto com toda a velha equipe do Jornal do Bóris Casoy — que havia sido admitida para renovar o jornalismo da TV Cultura em 2005, e não estava mais agradando a ninguém, nem à diretoria e nem ao público do jornalismo da emissora.
Um mês atrás, encumbiram o Paulo Markun, que estava recém-empossado como Diretor de Jornalismo da TV Cultura, de demitir essa gente toda que tinha vindo da Record, e usar seu prestígio pessoal para achar um jeito de trazer de volta todo o time de jornalistas que havia sido afastado então — entre eles, craques como Heródoto Barbeiro.
Paulo Markun cumpriu à risca a incumbência que recebeu, e com isso velhos programas que haviam saído do ar em 2005 voltaram à grade da emissora de uma hora para outra, com os mesmos profissionais que os apresentavam antes. Com isso o Jornalismo da TV Cultura resgatou rapidamente a qualidade e a dignidade que tinha até então, que haviam se perdido com as mudanças feitas pelo pessoal que veio da Record. Okay, pode ter sido uma maneira meio lusitana de resolver a parada, admitindo na cara dura que tudo que havia sido implantado em 2005 simplesmente não funcionou. Mas serviu para acalmar os ânimos na Fundação Padre Anchieta. Ponto para Markun.
Pois bem, Dona Salete Lemos, malaca velha que é, sentiu que ia rodar em seu posto a qualquer momento e tratou de tirar da manga esse factóide de 20 anos atrás para tentar forçar sua demissão da emissora, e assim poder posar de “vítima da sua própria integridade profissional”.
E conseguiu, um monte de gente caiu na conversa mole dela.
Só que, fazendo isso, ela jogou sujo com o público — o seu público cativo, inclusive.
Quem a conhece, quem já trabalhou com ela, sabe que é uma profissional nada confiável, e de gabarito altamente duvidoso, tanto que não encontra espaço para trabalhar em nenhum telejornal de nenhuma outra emissora– nem o Bóris quis saber dela no projeto da TV JB, que está ocupando o sinal da antiga Rede CNT.
A saída profissional para Salete Lemos, depois de tudo o que ela provocou, foi a mais cretina (e justa) possível: virou comentarista política e econômica no Programa da Hebe, que ostenta uma “envergadura moral” que dispensa comentários…
Mas o que mais impressiona nisso tudo é justamente a maneira como essa “demissão” de Salete Lemos mobilizou jornalistas, dividindo a classe entre os que apoiam as “arbitrariedades” cometidas por Paulo Markun e os que rejeitam o jornalismo sóbrio praticado pela TV Cultura. Vejam os diversos fóruns que surgiram de 2 semanas para cá no website Comunique-se, e vocês vão entender o que estou falando. Claro que dá para perceber no fomento diário dessa polêmica frouxa uma ponta vermelha de uma estrela bem conhecida de todos nós. É a cara deles.
Pois preparem-se: daqui até as eleições do ano que vem, essas baboseiras de bastidores serão uma constante nos meios jornalísticos, e o “jornalismo popular” que o Presidente Didi Mocó sonha em ver implantado nas TVs, públicas ou não, deve começar a tornar-se uma realidade, graças a iniciativas como essa, de pioneiros duvidosos como Dona Salete Lemos.
Como diz o Tutty Vasques (e o Jorge Bornhausen também): “Ô raça…”
posted by Manuel Mann at 9:01 AM”
Pois bem, o outro lado da moeda, afinal, deve-se conhecer o que se critica. O melhor possível. O mais possível.
abiezer o. s.
Obrigado por apresentar outro ponto de vista, é sempre bom que existam varias opiniões sobre um determinado assunto, uma vez eu ví uma frase de um homem na própria TV Cultura que dizia:
“Todo ponto de vista é a vista de um determinado ponto.”
Uma pessoa que foi covarde a vida toda e no ultimo minuto de sua vida teve uma atitude de heroi, para mim é um heroi. Logo, esta Jornalista, Salete Lemos, não conheço a vida dela, mas, é uma heroina, relatou uma situação que ninguém tem coragem de expor.