A Fundação Oswaldo Cruz iniciou o cadastramento de 200 voluntários homossexuais que irão
participar de uma pesquisa mundial para determinar se o medicamento comercializado com o
nome de Truvada, já usado no coquetel antiaids, pode também prevenir a contaminação pelo HIV.
Um estudo publicado em 2006 demonstrou que a droga teve 97% de eficácia para prevenir a infecção pelo HIV em macacos.
O comprimido será tomado uma vez ao dia por metade dos voluntários. A outra metade irá tomar placebo.
As pesquisas com microbicidas(espécie de alga brasileira,), formulados em gel ou creme para
serem usados antes da exposição ao vírus, oferecem uma ótima alternativa de prevenção para a
população feminina. O que se investiga são substâncias com ação de barreira física contra o
HIV para impedir a entrada nas células da mucosa vaginal.
A circuncisão masculina foi outro .método preventivo apresentado no evento. Segundo os
cientistas, essa operação pode diminuir em até 60% a chance dos homens de contrair o vírus da aids.
Vejam bem como a guerra da mídia contra a internet e contra informação livre pode ser, quando as pessoas compartilham livremente a informação não precisam dos jornais.
Essa propaganda mostra o carater preconceituoso que as coisas podem tomar.
No Brasil, a maioria dos fans de anime os assistem na internet, porque sua divulgação por redes de tv aberta torna-se muitas vezes desastrosa.
Nessa reportagem do programa Fantastico da Globo, vemos a tendência de novamente dar as pessoas a noção de que a iternet é uma coisa totalmente perigosa e que os filhos estão correndo perigo, sem contar o total preconceito com os animes, demostrado de forma que parece que seus fans são malucos.
A internet é perigosa sim, mas mais perigosa ainda é para a Globo, onde se encontra facilmente o documetário “Muito Além do Cidadão Cane” onde as verdades sobre a Globo são apresentadas.
Hoje, dia 12 de agosto, houve um roubo no Banco Santander, na Vila Esperança. Resultando em tiroteio, em frente ao banco. Um “bandido” morto, um civil baleado de raspão no rosto, e dois policiais atingidos: um atingido no braço e outro atingido por estilhaços de vidro.
“Parecem fogos, ao olhar pela janela percebo que são tiros.
Das armas saem clarões.
Homens correm atrás de algo, os tiros continuam sem parar.
Um homem, todo de preto, que estava atirando caí, começa a rolar e vai para debaixo do carro, sua arma fica no chão solitária, não dá para saber se ele foi atingido ou apenas está se protegendo.
Não dá para ver mais nada, só ouve-se tiros, bem distantes.
Começo a chorar e sou chamada de fraca e mandada para o quarto, é facil ser forte quando se está bem longe das balas. Não estou com medo por mim, e sim por aqueles que estão passando por aquele inferno, para proteger milhares de papéis.
Se há algum policial morto, os seus companheiros vão em sua casa avisar seus parentes que ele morreu com honra, morreu tentando proteger os papéis, seu velório será simples, pois seu salário é pouco só os familiares, amigos de farda, e uma câmera de alguma emissora, registrando o sofrimento da mãe em perder o seu filho e da mulher em perder seu marido, porque isso que dá audiencia.
Param-se os tiros, algum tempo depois juntam-se as viaturas, param-se o trânsito.
O publico vai para o lugar onde ocorreu o tiroteio, quer ver sangue e saber o que aconteceu.
Virou um circo.
Só depois de muito tempo que alguém da platéia percebe que tem um homem debaixo do carro, só agora ele foi lembrado.
Os policias estavam defendendo o que tem seguro e o que é protegido por dois seguranças.”
Jornalistas, comunicadores e estudiosos da comunicação da América Latina, Caribe e Canadá, reunidos em Caracas neste Primeiro Encontro Latino-Americano contra o Terrorismo Mediático, denunciam o uso da falsificação pela transnacionais informativas como uma agressão maciça e permanente contra os povos e governos que lutam pela paz, pela justiça e pela inclusão.
O terrorismo mediático é a primeira expressão e condição necessária do terrorismo militar e económico que o Norte industrializado emprega para impor à Humanidade sua hegemonia imperial e seu domínio neocolonial. Como tal, é inimigo da liberdade, da democracia e da sociedade aberta e deve ser considerado como a peste da cultura contemporânea.
Ontem, 09/07/08, foi aprovado no senado o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo que visa acabar com toda e qualquer liberdade e privacidade na internet no Brasil. Tudo isso, notem, as escondidas. Nenhuma nota sobre esse novo projeto, nenhum comentário, nada a respeito foi dito pela mídia.
Na ultima sexta-feira, 04/07/08, estava eu a caminhar pelos canais da televisão, contemplando a tal falta de coisas interessantes e me deparei com uma situação ridiculamente triste:
Sabe-se que a Rede Globo está vinculando um seriado chamado “Guerra e Paz” que tem a tendência de tentar explorar um humor pobre, banal e com fortes apelos à pornografia. Até aí, tudo parece normal considerando que não existe na já citada emissora um programa de humor que não atenda a esses requisitos indispensáveis para que haja a audiência do público já acostumado à isso.
Eis então que vejo a cena que me deixou pasmo, como forma de decoração para um ambente que tinha a predisposição de ser “erótico” apareceu uma reprodução de “A Madonna”, quadro do pintor expressionista alemão Edvard Munch. O pior de tudo é que na ponta do seio da imagem havia uma camera de video que filmava a cena de deploravel apelo que se passava alí.
Ora, este quadro é uma obra prima de um dos maiores pintores da historia, com um nível de sensibilidade superior a nossa percepção, demonstra uma capacidade de expressão indiscritível e passa longe de simples figura pornográfica. O seu erotismo e sensualidade, unidas a aura sagrada de uma feminilidade inteligivel é uma representação de uma faceta da humanidade e não um cartaz pornô.
Gostaria que esse tipo de banalização tão fria, insensível e desrespeitosa não fosse feita de forma tão ilesa.
Denúncias sobre a atitude dos bancos feitas pela jornalista Salete Lemos num jornal da TV Cultura que ocasionaram em sua incacreditável demissão por justa causa
Recentemente a candidata Marta Suplicy, a editora Abril e a Folha de São Paulo foram multados por terem veinculado uma “propaganda” política antes do tempo permitido em relação as eleições, isso foi considerado pelo TSE (tribunal superior eleitoral) como um “desrespeito a liberdade à informação.
A Folha de São Paulo argumentou que a entrevista era meramente jonalística e não uma propaganda política.
Confira abaixo a notícia completa no próprio site da Folha. Link
Link direto para a decisão do TSE
É interessante afirmar que o blog m26j não possui nenhuma ligação com nenhum grupo politico, religioso ou determinada ideologia.
O nome m26j é apenas uma homenagem a um movimento pela liberdade e não tem ligações com partidos políticos.
Este é um lugar para a liberdade e para a luta contra qualquer tipo de alienação.
Outra coisa importante é que os usuários que escrevem agora serão discriminados no post.
O documentário de Michael Moore ganhador de Cannes
trecho da sinopse:
“O documentário analisa discursos do presidente dos Estados Unidos, como os Estados Unidos se tornaram alvo de terroristas, a partir dos eventos ocorridos no atentado de 11 de setembro de 2001, os seus paralelos entre as duas gerações da família Bush que já comandaram o país e ainda as relações entre o atual Presidente americano, George W. Bush, e Osama Bin Laden, e, em seguida, apresenta imagens que se contradizem com suas palavras.”